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29 de julho de 2015

Não, eu não estava
esperando taaaanto assim desse filme (não tanto quando estou esperando de
“Canibais”, que vai ser bom demais <3), mas mesmo com as expectativas não tão altas, ele
conseguiu me surpreender negativamente. Sim, é isso aí, “A Forca” não
é um filme bom.

Antes de ~meter o
malho~
no filme, vamos falar de algumas coisas que foram “boas”
então. Por mais que o formato de falso documentário já esteja deixando os fãs
de filme de terror de saco cheio, até que ficou ~legalzinho~ aqui, aquela troca
de câmeras etc (quem viu o filme vai entender), mas nada inovador. Sequência e
cenas de fácil entendimento também. Sinceramente, mais nada a dizer de bom,
fiquei o tempo todo torcendo pro filme acabar logo.
Aquele marketing todo
do “Charlie, Charlie” foi extremamente necessário para atrair o
público para ao filme, porque a história em si não parece tão interessante para
quem lê a sinopse. A princípio, nem me pareceu tão clichê, mas ao longo do
filme não tem nada de surpreendente, de surpresa mesmo são só os sustos. E por
falar em susto, eles usaram e abusaram de sustos com barulhos altos, tática que
foi realmente necessária pois a história em si não criava o suspense que
precisava criar. Ponto negativo para o filme, essa necessidade de ficar dando
sustos demonstra claramente a fraqueza na história (ou isso pode ter sido
utilizado também para agradar quem gosta desse tipo de coisa, mas pra mim foi
pela história fraca mesmo). 
Pra quem gosta de filme de terror porque acha
divertido tomar susto, ok, mas pra quem, como eu, curte muito mais a história
em si e o suspense criado em cima dela, não vai gostar.
Quanto aos atores,
eles são novatos, e a gente consegue perceber isso. Não é que eles sejam
ruiiiiiins, mas ele não conseguem criar o clima tenso que deveriam. Uma
curiosidade em relação aos atores é que eles usaram seus próprios nomes no
filme.
Eu já sou muito ruim
pra gostar de final de filme de terror, tem que ser muito bom mesmo pra eu
gostar, e não, esse final não foi bom, foi realmente ridículo com cenas finais
totalmente desnecessárias. A única coisa “necessária” ali foi mostrar
as fotos dentro da casa para entendermos (ou não, porque ainda assim ficou
confuso) algumas coisas na história.
Em relação a
história, primeiramente preciso dizer: Mas que droga de ideia é essa da escola
querer refazer uma peça que se tornou uma tragédia???? Isso foi forçar muito a
barra para o filme acontecer, e de uma forma bem idiota. E Charlie meu amigo,
você cresceu um pouquinho né, não sabia que depois que se morre, seu “corpo”
se modifica. De resto, a história faz sentido, nada muito marcante, mas com
ligações. Se antes eu já duvidava do que estavam dizendo de que o Charlie seria
“o novo Freddy Krueger” (absurdo u.u) ou “o novo Jason”,
agora muito menos. Não me leve a mal, ficou criativo, legalzinha aquela forca
segurada pelo Charlie, mas pra chegar a ser um ícone do terror como Freddy ou
Jason precisaria de muuuuuuito mais! Voltando à história, achei lenta para
começar a acontecer as coisas legais.

Sinceramente, eu
esperava mais! Como a grande maioria dos filmes de terror recentes, a história
não foi tão boa assim, ganhando pontos por se diferenciar  um pouquinho (mas só um pouquinho mesmo) de
tantos filmes de possessão e casas mal assombradas que tem saído recentemente.
Gostaram desse tipo
de review sem spoiler? Dessa vez resolvi fazer assim, mas não garanto isso para
os próximos filmes pois adoro falar de cenas específicas, rs.

Beijinhos e até a
próxima!
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