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8 de setembro de 2014
Se tem uma coisa pela qual sou apaixonada, é filme de terror, desde criança. Sempre deixei minha mãe louca
com isso, enquanto todas as crianças, quando iam às locadoras com o pais alugar
filmes, pulavam para a sessão de filmes infantis, eu corria para a sessão de
terror. Lembro de uma vez que fomos e eu fiquei completamente louca pra alugar
um filme chamado “Rato humano”, me apaixonei de cara porque a capa
era um bicho estranho e nojento. Peguei a fita (ainda era fita na
época) e levei pra minha mãe dizendo que era aquele filme que eu queria ver,
mas ela não me deixou levar de jeito nenhum, acho que eu tinha uns 8 anos. Eu
ficava louca quando descobria um novo filme de terror pra ver, e fico até hoje
quando vejo que vai estrear algum. Tenho  o costume de, no começo do ano,
já ver quais são todos os filmes de terror que vão estrear ao longo do ano e já
fico ansiosa desde já (a louca dos filmes de terror), mas apesar disso, ainda
tenho preferência pelos filmes de terror antigos.
Capa do filme que eu queria assistir, “Rato humano”
Com o
grande avanço da tecnologia, principalmente quanto à efeitos especiais em
filmes, os filmes de terror tiveram uma enorme mudança, o que antes se
concentrava em ter uma boa história, com um bom roteiro, hoje se concentra mais
em efeitos especiais, como se fosse exatamente isso que prendesse as pessoas ao
filme. Não sei vocês, mas eu não me interesso por um filmes de terror pelos
efeitos, e sim pela história.
Fugindo um pouco do assunto de
efeitos especiais, nos últimos anos tem surgido uma série de filmes de terror
no estilo “falso documentário”, o que é perfeitamente explicável, já que esse
tipo de filme tem um baixíssimo orçamento em comparação aos filmes
tradicionais. Apesar do baixo custo, esse tipo de filme tem arrecadado muito
dinheiro, como por exemplo o filme “Atividade Paranormal”, que teve um custo de
15 mil dólares e rendeu 193 milhões de dólares em receita bruta.
Cartaz do filme “Atividade Paranormal”
Esse tipo de filmes chama a
atenção pela sensação de veracidade que ele transmite, como aquela frase
redundante que todo mundo já está cansado de ler, “baseado em fatos reais”. “A
bruxa de Blair” foi o filme que “puxou” toda essa onda de falsos documentários.
Por ter histórias excelentes,
mas em uma época sem tantos recursos, de um tempo pra cá começaram a surgir muitos
remakes. Clássicos como “A hora do pesadelo” e “Sexta-feita 13” ganharam seus
remakes. Ok, refazer o filme com uma qualidade melhor é válido, mas algo que
deveria ser mais válido ainda é preservar a história. Eu sou a maior fã do mundo dos
filmes de “A hora do pesadelo”, mas sinceramente, odiei de verdade o remake, e
eu não fui a única, ele realmente não teve tooooodo esse sucesso. Não gostei
justamente porque eles mudaram pontos da história, que na minha opinião, não
deveriam, a história original era ótima exatamente como era. Outro remake que eu também não gostei foi “Colheira maldita”
“A hora do pesadelo” original
“A hora do pesadelo” remake
Claro, nem todos os remakes são ruins, muitos deles dão certo, como por exemplo com o filme “Doce vingança”, que é remake do filme “Vingança de Jennifer”. O remake é excelente, tudo que teve que ser mantido do filme original foi mantido, é um ótimo exemplo de remake que deu muito certo.
Original
Remake

A qualidade das histórias dos filmes de terror atuais comparados aos antigos, pra mim, é muito questionável (principalmente quanto aos filmes de exorcismo, que estão cada vez piores), mas alguns atuais ainda salvam, principalmente os filmes de terror coreanos, esses sim arrasam nos filmes. 
Abaixo alguns dos meus filmes de terror antigos e novos favoritos:

E vocês, preferem os antigos ou os novos?
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    20 de agosto de 2014
    A série conta a história de como Ted Mosby conheceu a mãe de seus
    filhos, toda sua trajetória, vida amorosa e etc, até chegar na “mãe”.
    A história é narrada pelo próprio Ted contando tudo a seus filhos no ano de 2030, uma vez que eles já são adolescentes. A série tem 9 temporadas de mais ou
    menos 20 capítulos por temporada (varia), os episódios são curtos (22 minutos), o que é bom pois
    não fica nada cansativo (mesmo que  fossem mais longos eu amaria). Ao longo da série existem algumas participações especiais como Katy
    Perry e Britney Spears. A ultima temporada foi esse ano, com um final que
    dividiu os fãs entre “amei” e “odiei”.
    Minha opinião sobre a série:
    Sinceramente sou apaixonada por How I met your mother, é a minha série
    favorita e nenhuma até hoje conseguiu superar. Ela mistura comédia e romance em
    proporções perfeitas e traz algumas reflexões que eu gostei muito. É o tipo de série que você quer ver um episódio atrás do outro, até porque o episódios são bem curtinhos.
    Personagens:





    Ted Mosby (Josh Radnor)
    Personagem principal, Ted é um arquiteto que busca incansavelmente o
    amor da sua vida e demonstra desde a primeira temporada que seu grande objetivo
    é casar e ter filhos, principalmente depois que seu melhor amigo Marshall pede sua até então namorada, Lily, em casamento no primeiro capítulo. É um cara legal, apesar de fazer idiotices algumas vezes.












    Robin Scherbatsky (Cobie Smulders)
    Uma jornalista que acaba de se mudar do Canadá para Nova York para ser âncora em um jornal, conheceu
    Ted no bar em que ele frequenta com os amigos e depois de alguns acontecimentos
    passou a fazer parte do grupo de amigos dele. Robin não é bem o tipo
    mulherzinha (pelo contrário),  e foge de ter um
    compromisso sério e de ter filhos.





    Barney Stinson (Neil Patrick Harris)

    O divo dos divos! Hahahahahaha.. Um dos melhores amigos do Ted e um
    garanhão assumido, do tipo que fica com uma mulher uma noite e no dia seguinte
    finge que ela não existe, tem pavor de um compromisso sério. Não passa um dia
    sem usar terno. Eu amo o Barney, não pelas coisas que ele faz com as mulheres,
    porque isso sim eu acho ridículo, mas pelas coisas engraçadas que ele diz e
    suas ótimas frases de efeito. Meu personagem favorito!



    Marshall Eriksen (Jason Segel)
    Melhor amigo do Ted (por mais que o Barney diga que não), estudo Direito e sonha em ser um advogado ambientalista para salvar o planeta. É o mais “politicamente corredo” do grupo, tanto na amizade quando no seu relacionamento com a Lily.











    Lily Aldrin (Alyson Hannigan)

    Noiva do Marshal, que ama arte (é pintora) mas trabalha como
    professora em um jardim de infância. Conheceu Ted e Marshal (seu noivo) na
    faculdade e desde então moram os três juntos. Uma característica irritante na Lily é o fato
    dela querer controlar a vida de todos ao seu redor, o que muitas vezes acaba
    criando grandes confusões, além do fato dela não saber guardar segredos.
    Quanto ao final da série, sou o tipo de pessoa que adora finais
    surpreendentes, com reviravoltas e etc, logo, eu tenho uma relação de amor e
    ódio com esse final. Ele é exatamente no estilo de final que eu gosto, mas eu
    não gostei, hahahahaha. Eu queria explicar aqui porque não gostei, mas não quero
    dar spoiler para quem se interessou de ver a série. Se você já viu, faça um
    comentário aqui em baixo dizendo o que achou da série e principalmente do polêmico final, e se não viu,
    veja, mas veja mesmo porque vale muito a pena, a série é ótima e vai te
    fazer dar boas risadas, além de te fazer refletir sobre muitas coisas da vida.
    Nota: 10,00

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    14 de agosto de 2014
    Nunca fui aquele tipo de pessoa louca por trilhas, natureza e etc, porém gosto de  aventuras e conhecer coisas novas, e por falar em aventura, que aventura!!! Só de me lembrar já quase desmaio de cansaço, imagina só lá na trilha mesmo.
    Eu fiz a trilha em fevereiro junto com meu namorado e um amigo, a ideia foi deles mesmo, nunca tinha passado pela minha cabeça fazer essa trilha. A única trilha eu já havia feito era a do Pão de açúcar, que sinceramente, não existe nem comparação com essa quanto a aventura. Não é a toa que ela é considerda a trilha mais desafiante da cidade do Rio de Janeiro.
    Fizemos a subida em 3 horas e a descida em mais ou menos 2 horas. Eu, ingênua, achava que a descida seria tranquila, mas não. O ruim mesmo da descida é que suas pernas já estão tão bambas por aquela subida intensa, que a cada passo que você dá, parece que seu peso aumentou 50 vezes e que seus joelhos, que são quem faz o trabalho principal no seu corpo na hora da descida, não vão aguentar.

    Um ponto crítico da nossa subida foi a famosa “carrasqueira”, que é um paredão de pedra quase todo liso que tem 30 metros de altura. Dizem que tem sempre uma corda lá pra te ajudar a subir, mas nesse dia não tinha. Sem nenhuma corda nem ninguém mais na trilha pra ajudar, subimos, e eu já não parava de pensar em como é que eu ia descer aquele paredão depois. De lá, já tiramos algumas fotos:

    Carrasqueira, muuuuuuito íngreme! 

    Depois da carrasqueira, subimos mais ou menos meia hora para chegar até o topo.. e que visão! É nesse momento que você percebe o quanto tudo aquilo valeu a pena. Confesso que pensei em desistir mil vezes ao longo da trilha, mas não sou exatamente o tipo de pessoa que desiste das coisas, e eu já tinha andado tanto, que não dava pra simplesmente desistir ali no meio né?!
    Agora algumas fotos de lá do topo:

    844 m de altura.

    Essa trilha é algo que recomendo muito tanto para quem mora no Rio quanto para quem vem pra cá de férias, é muito cansativo, mas compensa demais!

    Já fez essa trilha? O que achou? Comente aqui em baixo :]
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